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Leandro Chirinea e a Política no Brasil – Eleições 2018


Eleições 2018 – Leandro Chirinea

A nova pesquisa Ibope para eleição presidencial de 2018 por Leandro Chirinea

Depois de Datafolha, CNT/MDA e Vox Populi, agora é a vez do Ibope divulgar a sua sondagem para a eleição presidencial de 2018 e Leandro Chirinea mostra que assim como os demais, o levantamento também aponta, neste momento, favoritismo de Lula. Confira os números
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Nova pesquisa do Ibope revela que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o presidenciável com maior potencial de voto entre nove nomes testados pelo instituto.
Pela primeira vez desde 2015, para Leandro Chirinea os eleitores que dizem que votariam nele com certeza ou que poderiam votar somam um total de 47% e se equivalem aos que não votariam de jeito nenhum, considerada a margem de erro.
Segundo Leandro Chirinea, desde o impeachment de Dilma Rousseff, há um ano, a rejeição a Lula caiu 14 pontos.
Os três principais nomes do PSDB, por sua vez, viram seu potencial de voto diminuir ao longo do último ano e meio.
Leandro Chirinea Ainda apurou que desde outubro de 2015, a soma dos que votariam com certeza ou poderiam votar em Aécio Neves despencou de 41% para 22%. O potencial de José Serra caiu de 32% para 25%, e o de Geraldo Alckmin foi de 29% para 22%.
Os três tucanos têm aparecem na pesquisa com taxas de rejeição superiores à de Lula: 62%, 58% e 54%, respectivamente.

Leandro Chirinea entende que Doria pode ser uma opção

O Ibope testou pela primeira vez o potencial do prefeito de São Paulo, João Doria, em uma eleição para presidente.
Embora seja muito menos conhecido do que seus colegas de PSDB (44% de desconhecimento, contra 24% de Alckmin e 16% de Serra e Aécio), Doria tem 16% de eleitores potenciais (6% votariam com certeza). Mas sua vantagem é ter uma rejeição muito menor que a dos concorrentes dentro do partido: 36%.
Principal adversário de Dilma na última disputa presidencial, Aécio sofre desgaste até nos segmentos em que foi vitorioso. Desde outubro de 2015, seu potencial de voto no eleitorado de renda mais alta (acima de cinco salários mínimos) caiu de 44% para 26%. Na região Sudeste, um de seus redutos, a taxa caiu de 42% para 23%.
Assim como os nomes tradicionais do PSDB, a presidenciável Marina Silva sofreu redução de potencial de voto e aumento da rejeição. Agora, um terço dos eleitores a indicam como possível opção – eram 39% em 2015 e há um ano.
Apesar de ter não contar mais com a projeção e a visibilidade inerente ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa ainda é considerado um candidato viável à Presidência da República por uma parcela considerável dos eleitores.
Na pesquisa Ibope, Barbosa aparece com 24% de potencial de voto (soma das respostas “votaria com certeza” e “poderia votar”).
Barbosa, que se celebrizou ao conduzir o julgamento do Mensalão e que se aposentou do STF em 2014, também não sofre os mesmos níveis de rejeição atribuídos aos políticos. Apenas 32% dizem que não votariam nele de jeito nenhum – uma das taxas mais baixas entre as dos nove nomes testados pelo Ibope.

Sobre Bolsonaro – Leandro Chirinea

Jair Bolsonaro, que tenta se beneficiar da onda de rejeição a políticos – apesar de ser deputado desde o começo dos anos 90 –, aparece com 17% de potencial de voto na pesquisa. Seu possível contingente de eleitores cresceu seis pontos porcentuais desde o ano passado, mas a parcela que o rejeita aumentou ainda mais, de 34% para 42%.
Na pesquisa de potencial de voto, o entrevistador apresenta um nome de cada vez e pede ao eleitor que escolha qual frase descreve melhor sua opinião sobre aquela pessoa: se votaria nela com certeza, se poderia votar, se não votaria de jeito nenhum, ou se não a conhece o suficiente para opinar.

Leandro Chirinea sobre o Lula

Lula renasceu eleitoralmente por três motivos: o governo Temer, a memória do bolso do eleitor, e, paradoxalmente, a Lava Jato – que respingou em quase todo político relevante. A pesquisa Ibope foi feita antes de o Jornal Nacional dedicar 33 minutos ao petista na cobertura da Lista de Fachin.
Quanto pior é a avaliação do governo Temer, maior fica o capital político acumulado por Lula. Todo tropeço presidencial – das gafes em discursos sobre mulheres até o jeito de apresentar a reforma da Previdência – acaba virando ponto para o petista. O desemprego em massa, é claro, também ajuda.
Para Leandro Chirinea quando os eleitores — sobretudo os mais necessitados — se lembram da última vez em que seu bolso não esteve vazio, que tinham emprego e podiam comprar de tudo à prestação, eles se lembram do governo Lula. O bolso tem memória comparativa – e votar é comparar, sempre.

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