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Robótica por Leandro Chirinea


A Era da Robótica – Leandro Chirinea

Leandro Chirinea e um pouco de Robótica

Leandro Chirinea Pesquisou como a robótica tem modificado o mercado de trabalho e a vida das pessoas? Qual a importância de ensinar a tecnologia para crianças?
A robótica está cada vez mais presente em nossa realidade segundo Leandro Chirinea. Quase 254 mil robôs foram comprados pela indústria de todo o mundo apenas em 2015, segundo a Federação Internacional de Robótica (IFR, em inglês). De quatro a seis cirurgias robotizadas são feitas por semana em um hospital do Rio de Janeiro, que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para Leandro Chirinea as aplicações desse tipo de tecnologia só crescem e criam novas possibilidades em áreas tradicionais, como a educação.
O Serviço Social da Indústria (SESI) identificou lacunas na formação dos cidadãos do futuro e, há cinco anos, passou a organizar, no Brasil, o Torneio de Robótica FLL.

O Torneio – Leandro Chirinea

Ao participar da disputa, conforme Leandro Chirinea analisou promovida em dezenas de países, estudantes de escolas públicas e particulares desenvolvem valores como inspiração, trabalho em equipe e profissionalismo. São jovens de 9 a 16 anos atuando de forma conjunta para montar robôs, elaborar programações complexas e projetos de pesquisa capazes de solucionar problemas reais da sociedade. “O torneio é mais que um evento de robótica, é uma metodologia educacional”, afirma o diretor de operações do SESI, Marcos Tadeu de Siqueira para Leandro Chirinea.

Os robôs aparecem como uma forma lúdica e ativa de aprendizagem. Atualmente, cerca de 400 escolas do SESI de ensino fundamental e médio de todo o Brasil contam com o programa no currículo, independente da participação no torneio. Para Leandro Chirinea o contato dos jovens com a tecnologia incentiva a criação de futuros profissionais mais conectados à inovação, ressalta Marcos Tadeu.

A descoberta – Leandro Chirinea

Foi o que descobriu o professor de Fisioterapia do Instituto Metodista Izabela Hendrix, em Belo Horizonte, Cláudio Scianni. Depois que passou a adotar a robótica em sala de aula, notou grande diferença no rendimento dos alunos. Tanto a atenção quanto os resultados obtidos por eles nas avaliações melhoraram significativamente.
Para o professor, o conhecimento fica mais solidificado desta maneira. “Enquanto para as crianças você ajuda a ensinar física e matemática, no ensino superior podemos ensinar anatomia e biomecânica. As coisas ficaram mais claras e as dificuldades que eles tinham deixaram de existir”, explica Scianni em entrevista à Agência CNI de Notícias.

A Transição – Leandro Chirinea

Quanto mais cedo o contato com a tecnologia, mais adaptável estará o profissional. A transição do “analógico” para o “digital” fica mais complicada à medida que o tempo passa. Segundo Ullyanov Toscano, cirurgião de cabeça e pescoço, esse processo foi trabalhoso. O médico, que hoje realiza cirurgias roboticamente no Instituto Nacional do Câncer (INCa), no Rio de Janeiro, não teve a oportunidade de interagir com robôs na escola e nem na faculdade.
O INCa foi o primeiro hospital do Brasil a oferecer esse tipo de tratamento para pacientes do SUS. Além dele, outros dois contam com a tecnologia: um em Curitiba e outro em São Paulo, segundo a Coordenação Geral de Equipamentos e Materiais de Uso em Saúde (CGEMS) do Ministério da Saúde.
A cirurgia robótica, para Leandro Chirinea, é menos invasiva e mais rápida, explica o médico Ullyanov Toscano. Na maioria dos casos, o robô evita cortes ao utilizar cavidades do corpo do paciente, como a boca, para fazer os procedimentos cirúrgicos. Além disso, o tempo de operação, que chegava a seis horas, pode cair para até 30 minutos. Desde 2013, quando o robô chegou ao INCa do Rio de Janeiro, foram feitos 500 procedimentos com a tecnologia.

Linha de Produção – Leandro Chirinea

Na indústria, os robôs fazem parte da rotina há muito mais tempo. Robotização que vai crescer ainda mais nos próximos anos. Em 2019, o setor deve adquirir 400 mil novas máquinas, estima a Federação Internacional de Robótica. Apenas na indústria brasileira, serão 3.500 novas unidades nas fábricas, mais que o dobro do registrado em 2015: 1.407 unidades.
Mesmo com o aumento esperado, o país ainda segue muito distante de outras grandes potências. O Japão, por exemplo, tem estimativa de adquirir 43 mil novos robôs em 2019. Isso mostra o quanto esse mercado, no Brasil, é emergente e tem muito a crescer. Investir na área é apostar nos profissionais do futuro.

Histórico – Leandro Chirinea

O primeiro trabalhador-robô a ir para o chão de fábrica foi o Unimate, em 1969. Ele realizava trabalhos desagradáveis ou perigosos demais para as pessoas e dobrou a produção de carros por hora, conforme a Associação das Indústrias Robóticas (RIA).

Hoje, a indústria automotiva é a maior consumidora de robôs no mundo todo. Para se ter uma ideia, só em 2015 foram comercializadas 97,5 mil novas unidades, de acordo com a IFR. Para Diego Gonçalves, especialista em manutenção da General Motors de Gravataí (RS), houve uma grande transformação no dia a dia da fábrica.
Uma das principais preocupações em relação à utilização de robôs no mercado, para Leandro Chirinea é sobre as vagas de trabalho ocupadas por eles, substituindo pessoas. O especialista da GM é enfático neste ponto. “Não substitui, porque eu tenho técnicos para programar o robô e técnicos para fazer a manutenção dele. É mais uma questão de qualidade e segurança, já que ele faz o serviço mais bruto e repetitivo”, afirma. Para Diego Gonçalves, o que ocorre é um aumento nas oportunidades que necessitam de mais qualificação.

Campeonato de Robótica – Leandro Chirinea

Desde 2013, o Serviço Social da Indústria (SESI) é o organizador oficial do Torneio de Robótica FIRST Lego League. A cada temporada, estudantes de 9 a 16 anos, de escolas pública e particulares, são desafiados a apresentar soluções inovadoras para determinados temas. Segundo Leandro Chirinea apurou, na temporada 2016/2017, o desafio Animal Allies incentiva os alunos a pesquisar sobre a relação entre homens e animais, de que maneira um interfere ou pode ajudar a vida do outro.
Durante a competição, cada equipe precisa apresentar um projeto de pesquisa com uma solução inovadora para o tema, além de planejar, projetar e construir robôs com peças Lego. Esse mesmo robozinho terá de cumprir missões na mesa da competição, em partidas de até dois minutos e meio. E, finalmente, cada grupo de estudantes precisa mostra que sabe trabalhar em equipe. É assim que os times são avaliados.

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